Deionizador / Deionização / Filtro DI / Resina DI - Tópico Oficial

Henrique Almeida

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#41
Olha o esquema que eu achei por acaso:

Polipropileno Em Linha 10" x 2"
http://www.lojabfilters.com.br/polipropileno-em-linha-10-x-2

Declorador Em Linha 10" x 2" carregado com carvão ativado granulado
http://www.lojabfilters.com.br/declorador-em-linha-10-x-2


Eu acho que vale à pena. É descartável mas sai quase o preço que a gente paga no refil.
Dependendo da marca é até mais caro.

Aí quem pensa numa solução caseira, pode colocar tubos de PVC para as resinas depois desse esquema.
Depois pode colocar mais um estágio e depois mais um outro ainda.

E mais além, pode colocar o RO no meio.

Eu achei um ótima opção e vou comprar pra usar em casa, mas na geladeira.
 
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Alex Costa

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#44
Legal
Vamos para minha segunda pergunta: Existe a necessidade de inversão do fluxo nas carcaças como indicado pelo Jerônimo?
Euler
No tópico ele falava sobre o fluxo que deve ser descendente nos deionizadores com tubo de PVC e com a inversão da carcaça nos de carcaça, você teria um fluxo descendente também. Acho que para não separar as resinas quando utilizasse resina mista, procede?

Meus 2 centavos a respeito disso......

Eu, sinceramente, nunca entendi essa questão da necessidade de se inverter fluxo.
Se fosse realmente necessário ou melhor de alguma forma, porque todos os fabricantes de carcaça fazem o fluxo ascendente?
Fazem prá que não se crie um "caminho viciado" na passagem da água, o que acontece com mais frequência se o fluxo for descendente.
É assim com todos os reatores de passagem.....
Será que ninguém, em nenhum momento, em nenhum lugar percebeu que as carcaças estão sendo fabricadas de forma incorreta?

Além disso, fisicamente não faz sentido........
A vazão é tão baixa que não há como a água criar dentro do cartucho uma agitação da resina que seja suficiente para que haja a separação da mesma.
Mesmo pensando nessa impossibilidade física, em caso de separação, isso traz algum problema para o processo de deionização?
Para mim o vídeo deixa evidente que não......que não ha´separação (é possível notar isso no trecho em que a mudança de cor por causa da saturação é mostrada de forma acelerada) e que é possível sim a utilização de resinas catiônicas e aniônicas separadas em 2 carcaças diferentes......então qual o problema de tê-las separadas dentro da mesma carcaça caso isso viesse a acontecer????

Eu coloquei estas questões mas nunca obtive uma resposta convincente.
Também não obtive resposta convincente quando questionei sobre um possível benefício que eu teria na remoção do silicato, cujo nível na água do poço aqui do condomínio é extremamente alto, usando uma carcaça cheia apenas com resina aniônica.

Enfim.
Eu acho que essa questão da NECESSIDADE de inverter o fluxo de passagem é semelhante aquela história de que SOMENTE Tap Water remove silicato de forma eficiente......
Nada mais do que mitos que, NA MINHA OPINIÃO, não se sustentam com o tempo e com um pouco de pesquisa.

Eu sempre usei, uso no momento e vou continuar usando fluxo ascendente, até que alguém me prove que o contrário é melhor.
E ter décadas de experiência prá mim não prova nada......
Prá mim quando uma pessoa precisa ficar usando suas décadas de experiência como argumento, isso só prova a falta de argumentos dessa pessoa.
 
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Jose Mayo

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#45
Então...

Quando se trabalha com sistemas de tratamento que envolvem grandes volumes água, e portanto grandes volumes de resinas de troca iônica, verifica-se que usando torres de resina em separado, para "polimento" da água (deionização), e comparando o produto assim elaborado com outro processado com resina mista, por alguma razão, a água deionizada por resina mista tem bastante menos condutividade que a processada por colunas em separado, seja qual for a ordem em que se coloquem (aniônica primeiro ou catiônica primeiro). Outra observação do uso prático, em grandes sistemas, é que a "resina mista" dura mais (ou suporta mais saturação) que as mesmas quantidades de resina em leitos separados... assim não fosse, porque alguém, então, iria "misturar" as resinas, para depois, quando da regeneração, precisar separá-las?

Daí vem um segundo fato: as densidades das resinas iônica e catiônica são diferentes (uma é mais "leve" que a outra) e, além disso, no seu trabalho de trocar íons entre si e de retirar íons da água, em razão da deformação das suas redes cristalinas perdem volume e, perdendo volume e estando num ambiente com corrente ascendente (de baixo para cima), ainda que seja lenta essa corrente, se separam.

Alguns produtos comercias de "Tap Water", que já vêm em cartuchos montados num kit de utilização imediata, usam o fluxo de baixo para cima, mas esses cartuchos, em seu interior, dispõe de uma mola de aço inoxidável que mantém as resinas "pressionadas", justamente para não se separem.

Uma forma de também evitar que as resinas se separem, sem necessidade da mola para pressioná-las, é mantê-las sob "pressão hidrostática", num fluxo direcionado de cima para baixo, por isso essa recomendação.

Abs
 
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Alex Costa

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#46
Então...
Quando se trabalha com sistemas de tratamento que envolvem grandes volumes água, e portanto grandes volumes de resinas de troca iônica,
O que não é o caso dos sistemas que nós usamos para aquários, onde o volume tratado chega no máximo a 100GPD, ou seja uns 400 litros/dia, arredondando prá cima...16 litros/hora....
Na maioria das vezes, a vazão é metade disso.....
Talvez por isso os fabricantes de carcaça para uso residencial não se preocupem com isso.

verifica-se que usando torres de resina em separado, para "polimento" da água (deionização), e comparando o produto assim elaborado com outro processado com resina mista, por alguma razão, a água deionizada por resina mista tem bastante menos condutividade que a processada por colunas em separado, seja qual for a ordem em que se coloquem (aniônica primeiro ou catiônica primeiro).
Não foi isso o constatado no vídeo.......que eu tenho de convir.....tem pouquíssimo "'rigor acadêmico" , mas que é bem próximo da realidade diária dos aquaristas....
Nos testes feitos a configuração usando leitos "exclusivos" foi mais eficiente na filtragem da água do que os sistemas onde só resina mista era utilizada...


Outra observação do uso prático, em grandes sistemas, é que a "resina mista" dura mais (ou suporta mais saturação) que as mesmas quantidades de resina em leitos separados... assim não fosse, porque alguém, então, iria "misturar" as resinas, para depois, quando da regeneração, precisar separá-las?
De novo, não dá prá extrapolar tudo o que acontece em sistemas grandes com o que acontece num sistema residencial.....
E entre optar por duração da resina e a qualidade da água gerada, eu opto pela segunda opção.
Basicamente porque nós temos sistemas de milhares de reais montados, com um custo de manutenção mensal alto, e não são os 60 reais do litro de resina que vão pesar nessa conta.
Ou seja, se saturar mais rápido mas garantir água de qualidade, eu jogo fora e substituo, sem problema....melhor do que um reef com substrato marrom como o meu, atualmente.....:Chair:Chair:Chair

Daí vem um segundo fato: as densidades das resinas iônica e catiônica são diferentes (uma é mais "leve" que a outra) e, além disso, no seu trabalho de trocar íons entre si e de retirar íons da água, em razão da deformação das suas redes cristalinas perdem volume e, perdendo volume e estando num ambiente com corrente ascendente (de baixo para cima), ainda que seja lenta essa corrente, se separam.
Já li a respeito da diferença de densidade e também da perda de volume a medida que a saturação ocorre.
Ok....
Como o fluxo descendente impede a separação em função dessa diferença de densidade e dessa perda de volume?
Pressão hidrostática?
Num cartucho com vazão de 0,26 litros/minuto? Eu duvido que um fluxo tão baixo seja capaz de gerar essa pressão.....

Alguns produtos comercias de "Tap Water", que já vêm em cartuchos montados num kit de utilização imediata, usam o fluxo de baixo para cima, mas esses cartuchos, em seu interior, dispõe de uma mola de aço inoxidável que mantém as resinas "pressionadas", justamente para não se separem.
Uma forma de também evitar que as resinas se separem, sem necessidade da mola para pressioná-las, é mantê-las sob "pressão hidrostática", num fluxo direcionado de cima para baixo, por isso essa recomendação.
De novo....Num cartucho com vazão de 0,26 litros/minuto? Eu duvido que um fluxo descendente tão baixo seja capaz de gerar essa pressão.....

No mais....eu não sou especialista em tratamento de água.....nem pretendo.....
Minhas observações são muito mais de ordem prática do que teóricas.....e são observações que eu vi confirmadas no vídeo em questão.....

No fim das contas @Jose Mayo , vc considera imprescindível, como foi colocado anteriormente, para um bom resultado na remoção de silicatos em sistemas residenciais como os nossos, a utilização de fluxo invertido?
Ou......pelo menos....acha que o uso dele pode aumentar a eficiência da remoção dos silicatos.

Como eu disse, eu nunca usei fluxo invertido, mas o @Leo Carvalho já usou com o intuito de reduzir a presença de diatomáceas no substrato e, pelo que ele me disse, não notou nenhuma melhora nos níveis de silicato

Abs
 
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Alex Costa

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#47
@Jose Mayo
Me desculpe pela sequência de quotes no post anterior......Eu não gosto muito de usar esse recurso pois acho que o post fica com cara de DR de casal em mesa de boteco.....mas foi o que deu prá fazer naquele momento.....:lol:lol:lol

Eu só queria mesmo encontrar uma razão prática prá se usar o fluxo invertido em sistemas como os nossos.....
E se alguém estiver a fim de fazer um vídeo como da BRS provando que é melhor através de testes na água, amanhã mesmo eu aproveito o feriado e mudo o meu sistema todo! :good
 
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Jose Mayo

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#48
@Jose Mayo
Me desculpe pela sequência de quotes no post anterior......Eu não gosto muito de usar esse recurso pois acho que o post fica com cara de DR de casal em mesa de boteco.....mas foi o que deu prá fazer naquele momento.....:lol:lol:lol

Eu só queria mesmo encontrar uma razão prática prá se usar o fluxo invertido em sistemas como os nossos.....
E se alguém estiver a fim de fazer um vídeo como da BRS provando que é melhor através de testes na água, amanhã mesmo eu aproveito o feriado e mudo o meu sistema todo! :good
Nada a desculpar, meu amigo, até que ficou bonitinho...

Veja, eu me referia "grandes sistemas" o tempo todo, em que os custos da resina impõe toda ordem de estratégias para serem reduzidos, eu lidei um pouco com esses custos quando dirigi um hospital que tinha um serviço de nefrologia (hemodiálise). O que se gasta não é pouco.

Para os volumes de que tratamos aqui, e para a rigorosidade do que fazemos, pode ir de qualquer jeito.

Forte abraço.
 
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Leo Carvalho

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#49
Verdade o que o Alex disse. Eu uso um puratek e tive problemas com diatomaceas em meu antigo Reef,mesmo os testes de silicato salifert apresentando zero.
Então comprei uma carcaça de 20" e usei fluxo descendente, com mb400.
Add tb uma cx de mídia SERA silicate remove.

O resultado foi surpreendente! Não mudou nada, as diatomaceas continuaram no substrato kkkkk

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Wander Silva

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#50
Aquarista tem o costume de colocar a culpa sempre na resina ou na água de reposição!!! Sal sintético, água natural nas TPAs ou até mesmo comidas industrializadas podem trazer o alimento para as diatomáceas.

No passado comentei aqui que em um aquário que não usava RO com cartuchos e mais cartuchos, não tinha problema com diatomáceas, que só apareceram no início do sistema e este aquário ficou montado +/- 8 anos. Tenho um cliente que não faz nada do que eu oriento, não mede parâmetros e só troca a resina do deionizador duas vezes por ano, a única coisa que ele faz direito é uma TPA por semana de 100 litros no aquário de 600 litros com 20 peixes e LPS. Ele diz que eu sou neurótico, porque mesmo assim ele não tem problemas com diatomáceas, ou melhor, com algas.

Cheguei à conclusão que o vestígio de silicato que venha a passar na filtragem da água de reposição não será o único responsável pelo aparecimento das diatomáceas e sim, um possível desequilíbrio no sistema. (mas posso estar errado)|(
 
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Leo Carvalho

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#51
Aquarista tem o costume de colocar a culpa sempre na resina ou na água de reposição!!! Sal sintético, água natural nas TPAs ou até mesmo comidas industrializadas podem trazer o alimento para as diatomáceas.

No passado comentei aqui que em um aquário que não usava RO com cartuchos e mais cartuchos, não tinha problema com diatomáceas, que só apareceram no início do sistema e este aquário ficou montado +/- 8 anos. Tenho um cliente que não faz nada do que eu oriento, não mede parâmetros e só troca a resina do deionizador duas vezes por ano, a única coisa que ele faz direito é uma TPA por semana de 100 litros no aquário de 600 litros com 20 peixes e LPS. Ele diz que eu sou neurótico, porque mesmo assim ele não tem problemas com diatomáceas, ou melhor, com algas.

Cheguei à conclusão que o vestígio de silicato que venha a passar na filtragem da água de reposição não será o único responsável pelo aparecimento das diatomáceas e sim, um possível desequilíbrio no sistema. (mas posso estar errado)|(
Pode ser....

Eu tenho suspeita sobre a possibilidade das diatomaceas extrair silicato do Substrato.

Eu nessa época só tinha diatos se usasse o Bahamas oolite
Tirei ele e fiquei anos sem diatos, botei ele e elas voltaram.

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Henrique Almeida

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#52
Vou dar um pitaco aqui relacionado a apenas uma impressão que eu tenho.

O Alex comentou que se o correto fosse o fluxo descendente para resinas, porque as carcaças já não viriam assim de fábrica?

Quando nós usamos essas carcaças comuns para as resinas, não é apenas uma "gambiarra"? Porque eu acho que elas são produzidas para cartuchos de polipropileno e carvão, onde o melhor caminho nesses casos, seria o fluxo ascendente.

Elas são feitas para uso em vários locais, da entrada de água de uma casa até o chuveiro. Mas nunca vi uma carcaça dessa que estamos falando, que tivesse na sua indicação uso para resina mista, que não seja uma adaptação do vendedor para vender mais.
 
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Wander Silva

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#53
No aquário que citei acima tinha halimeda.

Um item que deveríamos dar mais atenção e discutirmos a respeito é a tampa do aquário. Ontem tirei uma lâmina de policarbonato cristal de 1mm que coloquei apoiada na borda do aquário ha 10 dias para limpar e a quantidade de sujeira que tirei foi absurda em uma área de 2.50X0.80. Hoje com os aquários sem tampa visando à beleza, estamos introduzindo indiretamente uma quantidade absurda de material indesejável diariamente em nossos aquários. Dependendo do local que esteja montado o aquário, pode estar aí o motivo de alguns problemas que não conseguimos resolver.
 
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#54
Aquarista tem o costume de colocar a culpa sempre na resina ou na água de reposição!!! Sal sintético, água natural nas TPAs ou até mesmo comidas industrializadas podem trazer o alimento para as diatomáceas.

No passado comentei aqui que em um aquário que não usava RO com cartuchos e mais cartuchos, não tinha problema com diatomáceas, que só apareceram no início do sistema e este aquário ficou montado +/- 8 anos. Tenho um cliente que não faz nada do que eu oriento, não mede parâmetros e só troca a resina do deionizador duas vezes por ano, a única coisa que ele faz direito é uma TPA por semana de 100 litros no aquário de 600 litros com 20 peixes e LPS. Ele diz que eu sou neurótico, porque mesmo assim ele não tem problemas com diatomáceas, ou melhor, com algas.

Cheguei à conclusão que o vestígio de silicato que venha a passar na filtragem da água de reposição não será o único responsável pelo aparecimento das diatomáceas e sim, um possível desequilíbrio no sistema. (mas posso estar errado)|(
Olha Wander, eu não tenho a experiências que você tem no hobby mas eu concordo com você! Quando comecei a frequentar o fórum o Jeronimo estava iniciando suas postagens sobre a construção de um bom filtro. Segui este tópico desde o início . Fiz tudo o que foi recomendado. Antes de ter um aquário já tinha um filtro de 5 estágios produzindo água da melhor qualidade. E apesar deste esforço tenho algas desde o primeiro mês no reef.
Já meu colega e dono de uma loja de aquarismo aqui em Maringa, diz que há anos que usa água da torneira, adiciona umas “químicas” para equilibrar a água da TPA com a do reff e não tem um fiapo de alga no aquário.
Lógico que eu ainda sou um ponto fora da curva, não tenho experiência para afirmar mas aposto muito nesta ideia de “desequilíbrio”.


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Wander Silva

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#56
Vou dar um pitaco aqui relacionado a apenas uma impressão que eu tenho.

O Alex comentou que se o correto fosse o fluxo descendente para resinas, porque as carcaças já não viriam assim de fábrica?

Quando nós usamos essas carcaças comuns para as resinas, não é apenas uma "gambiarra"? Porque eu acho que elas são produzidas para cartuchos de polipropileno e carvão, onde o melhor caminho nesses casos, seria o fluxo ascendente.

Elas são feitas para uso em vários locais, da entrada de água de uma casa até o chuveiro. Mas nunca vi uma carcaça dessa que estamos falando, que tivesse na sua indicação uso para resina mista, que não seja uma adaptação do vendedor para vender mais.
Os filtros para carvão e polipropileno tem o sentido de fluxo diferente, a água entra por toda a área externa do refil e retornando pela passagem interior. Já o refil para resina tem o sentido entrando por baixo, passando por toda resina e saindo por cima, a finalidade disso é manter a resina encharcada e o fluxo por toda a sua extensão.
Quando colocamos o fluxo invertido, de cima para baixo é preciso que o tubo da saída faça uma volta até o topo da carcaça para manter ela inundada não deixando áreas sem água no refil. O Jeronymo até publicou um desenho que eu fiz explicando isso.
Particularmente, já testei as duas forma e não vi nenhuma diferença na qualidade da água ou durabilidade da resina.
 
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Alex Costa

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#57
Eu tenho suspeita sobre a possibilidade das diatomaceas extrair silicato do Substrato.
Tb acredito nisso.......mas acho que com o tempo, o substrato exaure...(palavra feia....rsrsrsrsrsrs)


Quando nós usamos essas carcaças comuns para as resinas, não é apenas uma "gambiarra"? Porque eu acho que elas são produzidas para cartuchos de polipropileno e carvão, onde o melhor caminho nesses casos, seria o fluxo ascendente..
Não acho que o uso com resinas iônicas seja improvisação.
Acredito que elas sejam feitas para sistemas de filtragem de água......independente do meio filtrante usado.
No caso do polipropileno e mesmo dos cartuchos de carvão o elemento filtrante pode ser montado diretamente dentro da carcaça....
Para resinas aniônicas, carvão ativo (sem ser o de cartucho) e outras mídias, se faz necessário o uso do cartucho para acomodação da mídia filtrante.....e só.

Antes de ter um aquário já tinha um filtro de 5 estágios produzindo água da melhor qualidade.
Eu acho isso importante.......não vejo propósito em gastar milhares de reais em eqptos prá montar um reef se vc vai encher ele com água de má qualidade.

E apesar deste esforço tenho algas desde o primeiro mês no reef.
Algas surgem por razões diversas.....Não dá prá jogar tudo na conta da água de reposição.
Se vc tem uma água de reposição impecável e alimenta de maneira exagerada, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e usa uma iluminação inadequada, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e insere mudas de corais com algas, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e usou rochas e substrato carregados de fosfato/nitrato/matéria orgânica, pode ter algas.
E por aí vai.....

Já meu colega e dono de uma loja de aquarismo aqui em Maringa, diz que há anos que usa água da torneira, adiciona umas “químicas” para equilibrar a água da TPA com a do reff e não tem um fiapo de alga no aquário.
Morro de medo dessas afirmações.....
Pode até ser verdade....mas, se for verdade, é um caso em 1 milhão.....
é tipo: meu amigo tinha câncer de intestino, começou a tomar uma colher de sopa de óleo de coco por dia, e o câncer regrediu.......
 
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23 Novembro 2014
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Maringá-pr
#58
Tb acredito nisso.......mas acho que com o tempo, o substrato exaure...(palavra feia....rsrsrsrsrsrs)




Não acho que o uso com resinas iônicas seja improvisação.
Acredito que elas sejam feitas para sistemas de filtragem de água......independente do meio filtrante usado.
No caso do polipropileno e mesmo dos cartuchos de carvão o elemento filtrante pode ser montado diretamente dentro da carcaça....
Para resinas aniônicas, carvão ativo (sem ser o de cartucho) e outras mídias, se faz necessário o uso do cartucho para acomodação da mídia filtrante.....e só.


Eu acho isso importante.......não vejo propósito em gastar milhares de reais em eqptos prá montar um reef se vc vai encher ele com água de má qualidade.


Algas surgem por razões diversas.....Não dá prá jogar tudo na conta da água de reposição.
Se vc tem uma água de reposição impecável e alimenta de maneira exagerada, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e usa uma iluminação inadequada, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e insere mudas de corais com algas, pode ter algas.
Se vc tem uma água de reposição impecável e usou rochas e substrato carregados de fosfato/nitrato/matéria orgânica, pode ter algas.
E por aí vai.....



Morro de medo dessas afirmações.....
Pode até ser verdade....mas, se for verdade, é um caso em 1 milhão.....
é tipo: meu amigo tinha câncer de intestino, começou a tomar uma colher de sopa de óleo de coco por dia, e o câncer regrediu.......
Sim Alex, quando disse “desequilíbrio”, e acho que não fui claro, tentei englobar também o que você falou. Eu só quis dizer que não depende só de água de qualidade, mas um “equilíbrio” entre água, alimento, iluminação...
E te digo com tranquilidade, deve haver muita gente usando água de torneira, chuva, poço artesiano e tem um aquário sem algas. Eu, infelizmente, não achei o equilíbrio!
Mas estou no caminho! Faço parte do Reefclub!!!
abraço!


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3 Novembro 2014
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#59
Conheço dois casos que provam que não sabemos praticamente nada sobre diatomáceas:

Primeiro: Um aquaristas que mora na mesma rua que eu, umas três quadras distante, utiliza água da torneira que deixa descansando em uma caixa de água , sem qualquer tipo de tratamento. Não tem nada de diatomáceas. Eu utilizando água do mesmo local e com toda filtragem que tem direito vez ou outra tenho diatomáceas aqui.

Segundo: um aquarista que utiliza perlon, carvão ativado desses de usar no aquário e 1 litro de resina, nitrato 50 , fosfato 1,2 , tpa bimestrais . Sem nenhum tipo de alga , zero .
 
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25 Janeiro 2017
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Conheço dois casos que provam que não sabemos praticamente nada sobre diatomáceas:

Primeiro: Um aquaristas que mora na mesma rua que eu, umas três quadras distante, utiliza água da torneira que deixa descansando em uma caixa de água , sem qualquer tipo de tratamento. Não tem nada de diatomáceas. Eu utilizando água do mesmo local e com toda filtragem que tem direito vez ou outra tenho diatomáceas aqui.

Segundo: um aquarista que utiliza perlon, carvão ativado desses de usar no aquário e 1 litro de resina, nitrato 50 , fosfato 1,2 , tpa bimestrais . Sem nenhum tipo de alga , zero .
Dá a mesma raiva de quem come, come, come e não engorda... né @Armando Geha?
 
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