ABRAQUA

10 August 2014
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Caxias do Sul - RS
#4
Eles recentemente conseguiram um afrouxamento de burocracias em relação ao transporte e envio de animais.
Tem de dar uma procurada para saber melhor.


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Rodrigo Berti

Well-Known Member
10 Novembro 2014
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Itanhaém/SP
#7
Concordo, Márcio. Até porque, pelo cenário que eles traçaram, provavelmente normas bem mais proibitivas já teriam sido instituídas desde a publicação desse texto para cá.
Especificamente sobre dois itens abordados... a comparação com os cães quanto a exigência de comprovação de origem não faz o menor sentido, pois nenhuma das raças (ou cães sem raça) que criamos é selvagem, portanto não há como estar com um deles capturado ilegalmente na natureza...
O segundo, em relação às pessoas presas por estarem com rochas vivas ou animais proibidos, não vejo nada de errado em punir quem cometeu um crime.
Mas concordo que poderia haver alguma forma de cadastro dos animais, até para comprovar que quando você comprou ele a venda era permitida.

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Marcio Vargas

Well-Known Member
3 Novembro 2014
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Veranopolis - RS
#8
Pois é, foram os dois pontos que me chamaram atenção também, alem da critica a violação de correspondência quando se identifica pelo raio X objeto suspeito, neste caso referente a proibição de transporte de animais vivos pelo correio.

Abs
 
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Marcio Gielfi

Original | First9
Staff member
V.Presidente
First9
10 August 2014
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São Paulo -SP
#9
Eu tempos atrás andei participando de reuniões da ABRAQUA.

Para quem esteve nestas reuniões é mais fácil entender o texto, apesar de não ter concordado com muitos pontos e com a entonação dada.

Fato é que no Brasil, é fácil fazer leis e difícil que as faze-las cumprir.

Outro fato é que é muito mais fácil pecar pelo excesso do que ter o trabalho de fiscalizar leis equilibradas, um exemplo de como é o Brasil foi um projeto aprovado na assembleia legislativa de São Paulo da proibição do carona na moto com a alegada diminuição da criminalidade, este é um clássico exemplo de que se jogou na vala comum todos os cidadãos, proibindo eles de levar esposas ou filhos na moto, quando na realidade, para coibir os assaltos com motos com garupa, basta para-las e ver quem está em cima delas, isto é fiscalizar e algo que é obrigação do estado, segurança públuca . Por sorte, o Governador há época, vetou o projeto.

No caso do aquarismo é a mesma coisa, ao invés de fiscalizar a captura e venda de animais proibidos, é mais fácil proibir tudo !!! Pronto está resolvido o problema !! Só que não !!!

Mas o texto puxa muito a sardinha para o lado dos lojistas e hobistas, pois sabemos que muitos deles comercializam animais proibidos, só que o texto transparece muito que os lojistas e hobistas são todos santos !! Só que não novamente.

Há ideias muito boas no texto, como um cadastro de animais tanto de lojistas como de aquaristas, porque como o texto diz, estes animais se reproduzem, literalmente se multiplicam, é não se pode proibir de repassa-los, que é muito melhor do que ter que jogar fora por falta de espaço no tanque. Mas separar o joio do trigo requer fiscalização, coisa que o estado Brasileiro faz pouco e quando o faz, muitas vezes é mal feito.

Se fazer de vítima da sociedade não vai resolver o problema, tentar jogar toda uma comunidade contra os órgãos fiscalizadores também não !

Me lembro das reuniões que havia um advogado muito bem intencionado, que já havia ido ao encontro dos órgãos de controle e participado de alguns seminários, coisa muito importante para evitar que a fiscalização faça o que bem entender e que sejam lançados portarias proibindo tudo. A falta de representatividade da categoria não foi mencionada no texto, mas lembro que se fazia necessário este comparecimento aos eventos mas na hora de passar o chapéu para que os lojistas fizessem suas contribuição, vi a grande maioria fugir pela tangente, ou seja, reclamar é fácil, mas dar sua contribuição aos debates abertos, que necessitavam de presença física de representantes da classe, ai não pode, não é comigo etc !!!!

Estes dias atrás houve uma reunião, infelizmente não pude ir, teria sido importante para se ver o quanto mudou em relação a postura de 2016.

Mas o fato é que se for esperar a boa vontade do governo, a balança sempre penderá contra os lojistas, quem não se faz representar não consegue nada do governo.

Se nada mudou de lá para cá, eles não sabem exatamente quanto o setor movimenta, não sabem quanto o setor arrecada de impostos e quantos empregos diretos e indiretos geram .... ou seja, não estavam preparados para lutar democraticamente por seus direitos, e são dados muito básicos ....
 
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